O que os funcionários mais valorizam no escritório? Pesquisa responde
O escritório deixou de ser apenas o lugar onde as pessoas cumprem jornada e passou a ser cada vez mais questionado pelo valor que entrega no dia a dia. Com a popularização do home office, do modelo híbrido e do retorno gradual ao presencial, uma pergunta ganhou força entre empresas e profissionais: o que realmente faz alguém querer estar no escritório hoje?
A resposta vai muito além de mesas, cadeiras e salas de reunião. Bem-estar, conforto, conexão entre pessoas, espaços mais acolhedores e ambientes pensados para diferentes formas de trabalhar passaram a ter um peso cada vez maior na experiência presencial.
A pesquisa Global Workplace Survey 2025, da Gensler, ajuda a responder essa questão com dados concretos, mostrando o que os funcionários mais valorizam no escritório atualmente e por que muitos modelos tradicionais já não fazem mais sentido. Confira!
O que mudou na relação das pessoas com o escritório?
Nos últimos 5 anos, a relação entre pessoas e escritório mudou profundamente, especialmente após a pandemia, momento que exigiu a adoção do trabalho remoto transformando a forma como os profissionais enxergam o espaço de trabalho. Com isso, o escritório da empresa passou a ser questionado pelo valor real que entrega na rotina dos colaboradores. Mas, a partir de 2024, o retorno presencial recolocou o ambiente corporativo como centro da experiência de trabalho.
Porém, esse retorno ao trabalho presencial veio com uma exigência dos colaboradores: uma grande transformação dos tradicionais espaços de trabalho corporativos. De acordo com o estudo Global Workplace Survey 2025, realizado pela Gensler, a expectativa em relação ao escritório moderno mudou muito. Hoje, o espaço de trabalho tem que oferecer mais do que estrutura básica, ele precisa apoiar concentração, colaboração, bem-estar e também uma experiência mais agradável no dia a dia.
Ou seja, o funcionário voltou ao presencial, mas esperando um escritório diferente daquele de antes do home office: um mais humano, funcional e alinhado à realidade do trabalho atualmente. E a pesquisa da Gensler ajuda a entender o que as pessoas realmente valorizam no escritório corporativo e como esse novo modelo de espaço de trabalho influencia na produtividade, permanência e satisfação no trabalho.
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Melhorias incrementais não são mais suficientes, aponta pesquisa global
A pesquisa mostra um ponto importante: as reformas feitas após a pandemia trouxeram avanços, mas ainda não entregam a experiência que os profissionais esperam do escritório hoje. Para se ter uma ideia, em relação aos espaços reformados nos últimos 3 anos:
- 76% dos funcionários sentem que têm mais liberdadepara escolher onde trabalhar, um avanço importante em relação aos 64% registrados nos escritórios anteriores à pandemia
- Subiu de 70% para 80% a facilidade de encontrar espaços para trabalho em grupo presencial
Melhorias na infraestrutura dos escritórios já são uma realidade
Entres evoluções importantes nos ambientes de trabalho, de 2022 para cá, estão:
- Iluminação
- Qualidade do ar
- Controle de temperatura
- Limpeza
Essas mudanças realmente fazem bastante diferença para manter a saúde da equipe, além da infraestrutura do escritório, mas ainda assim, o ganho é incremental. Isso porque melhora a operação do espaço, porém não resolve os pontos estruturais que mais impactam a experiência no dia a dia.
Distrações no trabalho seguem sendo um desafio
- 45% dos profissionais ainda se distraem com colegas em ligações
- 41% com conversas em estações vizinhas
- 28% com a circulação de pessoas no ambiente
Salas de reunião ainda deixam a desejar
- 35% apontam falta de salas maiores
- 27% reclamam do ruído externo
- 25% da ausência de privacidade acústica
Na prática, todos esses dados reforçam que apenas trocar a pintura, melhorar a iluminação ou renovar o mobiliário e a decoração resolve apenas parte do problema. O verdadeiro salto de qualidade exige repensar o conceito do espaço de trabalho, com um modelo que considere acústica, privacidade, circulação e diferentes formas de uso, e não apenas uma reforma estética segundo o estudo da Gensler.
O abismo entre o escritório que existe e o escritório que as pessoas desejam
Um dos achados mais relevantes da Global Workplace Survey, é a existência de uma discrepância clara entre o escritório que as empresas têm hoje e o ambiente que as pessoas realmente gostariam. Essa distância revela um ponto estratégico que os gestores precisam enxergar: o espaço de trabalho atual, em muitos casos, já não conversa com as expectativas do profissional contemporâneo. Isso significa que muitas empresas ainda oferecem um escritório pensado para outra lógica de trabalho.
As rotinas mudaram, as necessidades emocionais, funcionais e relacionais do colaborador também evoluíram. E justamente nesse desalinhamento que surgiram problemas de engajamento, permanência e percepção de valor do trabalho presencial.
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Apenas 38% consideram que o escritório oferece uma ótima experiência
O dado chama atenção: apenas 38% dos funcionários sentem que o escritório proporciona uma ótima experiência (isso em nível global). Em outras palavras, para a maioria dos profissionais, o ambiente ainda não entrega uma vivência que torne o presencial mais atrativo, inspirador ou realmente valha o deslocamento.
Parte disso pode ser explicado pela forma como esses espaços são pensados. A pesquisa mostra que em relação à participação da equipe nas decisões de reforma do escritório:
- 21% dos funcionários participaram
- 29% relatam pouca ou nenhuma participação.
O que impacta bastante a relação com o trabalho presencial, já que quando o espaço é redesenhado sem escutar quem o utiliza todos os dias, é natural que a experiência deixe a desejar.
Por que ambientes corporativos são mais usados do que desejados?
A pesquisa também mostra uma diferença importante entre o tipo de escritório que as pessoas usam hoje e o ambiente em que realmente gostariam de trabalhar presencialmente:
- 31% dos profissionais descrevem o escritório atual como um ambiente corporativo formal (business hub)
- 14% gostariam, de fato, que ele fosse assim
O que revela que muita gente trabalha em um espaço que não corresponde ao que espera do presencial.
Como seria escritório dos sonhos nos dias de hoje?
Quando perguntados sobre o escritório ideal, as respostas seguem um caminho totalmente diferente:
- 14% preferem um ambiente com mais conexão com a natureza (Nature retreat)
- 13% desejam um espaço mais criativo e dinâmico (Creative lab)
- 12% valorizam um ambiente com sensação de casa (Residential)
- 9% preferem um espaço com hospitalidade refinada (Boutique hotel)
- 9% buscam um ambiente mais social, jovial e acolhedor (Clubhouse)
Esse contraste revela uma mudança importante: o escritório mais rígido, formal e padronizado perdeu parte do apelo. Hoje, as pessoas valorizam ambientes que transmitam conforto, inspiração, bem-estar e conexão humana, elementos que antes raramente faziam parte do trabalho presencial.

O que os funcionários mais valorizam nos escritórios hoje, segundo a pesquisa
O que as pessoas realmente buscam é bem-estar no dia a dia, ambientes mais acolhedores e variedade de espaços para diferentes formas de trabalhar. Em outras palavras, o escritório moderno precisa apoiar tanto a performance quanto a experiência de quem está trabalhando nele.
Ambientes que promovem bem-estar, não apenas produtividade
Hoje, bem-estar e produtividade caminham juntos, o profissional não enxerga mais conforto como um extra e sim como parte da estrutura necessária para trabalhar bem. Com isso, entre as comodidades mais valorizadas dentro do escritório estão:
- 3º lugar: loungese áreas de convivência
- 4º lugar: áreas de descanso
- 5º lugar: salas de foco silencioso
- 7º lugar: espaços ao ar livre
Repare que todos esses ambientes vão além da estação de trabalho tradicional, eles existem para apoiar momentos diferentes da rotina como pausa mental, troca com colegas, recuperação de energia ao longo do dia e até mesmo para momentos de muita concentração.
Confira os impactos destes ambientes na produtividade:
- Funcionários que trabalham em escritórios com ótima experiência são 4,1 vezes mais propensos a se divertir no trabalho
- 2,7 vezes mais propensos a sentir que o ambiente permite fazer o seu melhor
O que reforça um ponto importante: bem-estar é infraestrutura de performance.
Espaços que lembram natureza, casa e hospitalidade
Um ponto que aparece com força na pesquisa é a preferência por ambientes que transmitam acolhimento. Em vez da frieza de um escritório corporativo tradicional, as pessoas buscam espaços que se aproximem de experiências positivas como as fora do trabalho como:
- Nature retreat: conexão com natureza e respiro mental
- Residential: sensação de casa e conforto
- Boutiquehotel: cuidado com experiência e hospitalidade
Isso pode se traduzir em elementos como plantas, luz natural, áreas externas, sofás, poltronas confortáveis, iluminação mais quente e espaços que lembram uma sala de estar. O que confere mais aconchego ao ambiente. Além disso, uma recepção atenciosa, café de qualidade e atendimento mais personalizado também fazem o escritório ficar mais acolhedor.
O próprio estudo reforça essa lógica ao revelar que as comodidades mais desejadas no entorno do escritório são:
- 40%: cafés
- 29%: espaços ao ar livre
Isso mostra que o trabalho presencial passou a incorporar experiência, conforto e qualidade de vida.
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Variedade de espaços para diferentes formas de trabalhar
A pesquisa também reforça uma mudança importante: não existe uma única forma de trabalhar bem. Tanto que o estudo identificou 7 formas diferentes de colaboração no trabalho:
- 42%:reuniões de equipe agendadas
- 40%:conversas agendadas com 2 a 3 pessoas
- 37%:reuniões rápidas e improvisadas
- 34%:conversas individuais informais
- 33%:sessões de trabalho ou brainstorming em equipe
- 25%:conversas confidenciais
- 12%:momentos de cocriação com equipe ou clientes
O ponto mais interessante é que, para a maioria dessas situações, os espaços flexíveis aparecem entre as opções preferidas em quase todos os tipos de colaboração presencial.
Além disso, ambientes com sofás e poltronas passaram a ser os preferidos para conversas informais, reuniões mais reservadas e brainstorms, justamente por favorecerem uma interação mais natural.
Portanto, oferecer apenas estação fixa e sala de reunião já não é suficiente. O escritório precisa acompanhar a rotina atual oferecendo cenários distintos para diferentes tarefas: o que inclui a necessidade de pensar, tanto nos momentos de concentração individual quanto nos de troca criativa entre equipes.
O fim do escritório como local obrigatório
Com a consolidação do trabalho híbrido e remoto, o escritório deixou de ser, para muitas pessoas, um local obrigatório todos os dias. O que mudou a lógica do presencial: atualmente, a presença física precisa realmente entregar valor para quem se desloca até o ambiente de trabalho.
Em outras palavras, o escritório moderno já não é mais apenas um lugar para cumprir horário. Ele passa a ser um espaço escolhido quando oferece o que remoto não consegue entregar com a mesma qualidade, como conexão humana, troca de ideias, foco e colaboração.
As pessoas vão ao escritório por conexão, não por controle
Entre os principais motivos para ir ao escritório estão:
- 34%: foco no trabalho individual
- 32%: reuniões de equipe presenciais agendadas
- 32%:socializar com colegas
- 28%: sentar com a equipe
Perceba que, entre as principais razões, a maioria está ligada à interação humana, ou seja, as pessoas vão ao escritório para vivenciar encontros (o que não é plenamente possível no trabalho remoto).

Interação com colegas e sentimento de pertencimento motivam o trabalho presencial
Ainda sobre a relação humana no ambiente de trabalho:
- 80% dos respondentes fizeram conexões significativas com colegas de diferentes idades
- 82% relatam um alto senso de pertencimento no ambiente de trabalho
Isso traz uma reflexão importante para empresas e lideranças: quando o retorno ao presencial é tratado apenas como controle de presença, a oportunidade de oferecer o que realmente motiva o deslocamento (encontros relevantes, trocas espontâneas e um ambiente que fortaleça vínculos entre as pessoas) é simplesmente perdida.
É preciso considerar as diferentes dimensões das relações humanas quando se pensa em ambiente de trabalho.
Escritório como experiência (não como custo operacional)
Por muito tempo, o escritório foi tratado principalmente como um custo operacional da empresa pelos gestores, ligado a aluguel, infraestrutura, mobiliário e manutenção. Mas a pesquisa da Gensler, com base nos números levantados, propõe uma mudança importante de perspectiva: quando bem planejado, o espaço de trabalho deixa de ser apenas despesa e passa a atuar como um ativo para cultura, engajamento e desempenho.
Isso significa que alta cúpula deveria olhar para o escritório pela ótica do impacto que ele gera na experiência das pessoas e, consequentemente, nos resultados do negócio.
Como ambientes melhores impactam engajamento e retenção?
Segundo os dados da Global Workplace Survey 2025, os ambientes de trabalho que mais se aproximam das expectativas da equipe têm o impacto bastante claro. Tanto que os funcionários que avaliam o escritório como uma ótima experiência são:
- 1,5x mais propensos a permanecer na empresa no próximo ano
- 3,6x mais propensos a sentir que o escritório ajuda a atrair e reter talentos
- 3,2x mais propensos a se sentirem valorizados como funcionários
- 4,9x mais propensos a experimentar novas formas de trabalhar
- 2,6x mais propensos a ter reuniões espontâneas com colegas
Além disso, 90% desses profissionais expressam orgulho da organização, um indicador que se conecta diretamente com cultura interna, senso de pertencimento e retenção. E isso muda totalmente a forma como o escritório deve ser enxergado pela gestão, já que investir na experiência do ambiente deixou de ser um simples gasto com decoração, passando a ser uma decisão estratégica que impacta diretamente a cultura organizacional e retenção de talentos.
Dessa forma, um espaço bem desenhado ajuda o colaborador a se sentir valorizado, fortalece a conexão com a empresa e ainda cria um ambiente mais propício para troca de ideias, inovação e permanência no longo prazo. Ou seja, o retorno ao presencial não está apenas no espaço físico, mas na capacidade de atrair, engajar e manter boas pessoas dentro da organização.
O que acontece quando o escritório não evolui?
Quando o escritório permanece preso a um modelo antigo, aos poucos, isso começa a aparecer na experiência do time, na percepção da marca empregadora e na capacidade da empresa de atrair e reter bons profissionais. A própria pesquisa da Gensler evidencia esse contraste:
- Em escritórios mal avaliados, apenas 23% dos funcionários sentem que o ambiente ajuda a atrair e reter talentos
- Em espaços com ótima experiência, esse número sobe para 85%.
Essa diferença é significativa e tem reflexo direto no negócio, especialmente em recrutamento, retenção e engajamento. Então, um escritório que não evolui tende a:
- Aumentar a resistência ao retorno presencial
- Reduzir o senso de pertencimento
- Enfraquecer a percepção de cuidado com as pessoas
O que pode gerar menor motivação do colaborador e até mesmo aumentar a chance de deixar a empresa (mais turnover). Já para clientes e a sociedade em geral, isso pode transmitir a imagem de uma organização pouco atualizada em relação às novas formas de trabalho.
Com o mercado cada vez mais atento à experiência do colaborador, manter um ambiente estagnado pode significar perda de competitividade na atração de talentos e aumento de turnover, custos que muitas vezes superam, e muito, o investimento necessário para repensar o espaço de trabalho.
Como as empresas podem responder a essa nova expectativa
Com a mudança na forma como as pessoas enxergam o trabalho presencial, o foco deixa de ser apenas exigir presença e passa a ser oferecer um ambiente que realmente faça sentido para a rotina do time. A Gensler aponta dois caminhos: criar espaços mais adequados ao dia a dia dos colaboradores e envolver as pessoas nas decisões sobre o ambiente.
Foco em bem-estar, hospitalidade e diversidade de ambientes
Um dos principais pontos destacados pela pesquisa é o conceito de abundância proposital. Isso significa que os espaços do escritório precisam existir em quantidade suficiente para estarem disponíveis quando o funcionário realmente precisar.
Segundo o estudo, 44% das pessoas escolhem onde trabalhar com base na disponibilidade do espaço, e não necessariamente no ambiente mais adequado para a tarefa. Isso mostra que, muitas vezes, a escolha é feita pelo que está disponível, e não pelo que melhor apoia a atividade.
Na prática, isso pede uma variedade real, e não apenas decorativa, de ambientes, como por exemplo:
- Salas silenciosas para ter total concentração durante o trabalho individual
- Cafés internos ou áreas de convivência para conversas informais
- Espaços de convivência para pausas e momentos de descanso ao longo do dia
- Salas de reunião em diferentes tamanhos
- Áreas externas, quando possível
O ponto central é que o escritório acompanhe diferentes momentos da rotina: da concentração à colaboração passando pelo conforto e funcionalidade.
Escutar os funcionários e envolver as pessoas nas decisões
Outro aprendizado importante do estudo é a necessidade de ouvir quem usa o espaço todos os dias. Mas, apenas 21% dos funcionários se sentem envolvidos em projetos de redesign do escritório, o que ajuda a explicar por que muitos ambientes ainda ficam aquém das expectativas.
Já quando as empresas cocriam o espaço com seus times, a tendência é que o ambiente funcione melhor na prática e tenha maior adesão. Confira alguns caminhos objetivos para isso citados no estudo:
- Pesquisas internas de clima e uso do espaço
- Grupos focais com diferentes áreas da empresa
- Testes em pequena escala antes de obras maiores
- Revisões periódicas sobre como os espaços estão sendo usados
Essa atenção contínua às necessidades reais da equipe ajuda a transformar o escritório em um ambiente bem alinhado à rotina das pessoas, sem passar por uma decisão tomada de cima para baixo
O escritório que não muda deixa de fazer sentido
A forma como as pessoas se relacionam com o trabalho mudou muito nos últimos anos, e o escritório precisa acompanhar esse movimento. A pesquisa da Gensler deixa claro que o modelo tradicional, baseado apenas em estações fixas e ambientes padronizados, já não satisfaz mais às necessidades do profissional de hoje.
O que costuma fazer sentido agora é um espaço que ofereça motivos reais para a presença proporcionando:
- Conforto
- Bem-estar
- Variedade de ambientes
- Privacidade quando necessário
- Oportunidades de conexão
Se o escritório não entrega essa diversidade (quando isso realmente agrega valor à rotina da equipe) ele deixa de apoiar a experiência do time e pode, inclusive, começar a jogar contra a empresa. Por isso, essa não é só uma decisão estética. É uma escolha estratégica que impacta cultura, engajamento, retenção e a forma como as pessoas percebem o valor de estar no trabalho presencial novamente.
Seu escritório na Solution Indoor
Essa mudança de expectativa se conecta diretamente com a proposta da Solution Indoor. Em vez de um modelo único de espaço, a estrutura oferece vários ambientes para diferentes necessidades, como salas fixas, coworking, salas de reunião e até endereço comercial, acompanhando a diversidade da rotina profissional atual.
Outro diferencial é o equilíbrio entre privacidade, silêncio e convivência, algo que nem sempre está presente em coworkings mais tradicionais. No dia a dia, isso se soma a um atendimento próximo e a uma estrutura que facilita a rotina, com reserva online de salas e gestão prática de serviços e correspondências.
Portanto, se o escritório precisa voltar a fazer sentido para as pessoas, ele deve ser pensado para a forma como elas trabalham hoje. É justamente nessa direção que espaços mais inteligentes, flexíveis e acolhedores se tornaram indispensáveis.
Fonte
GENSLER. Global Workspace Survey. 2025.